Resenha: Prodigy - Marie Lu

Sinopse:

Depois de descobrir, no primeiro livro da série, as medidas extremas que o governo da República é capaz de adotar para proteger alguns segredos, no segundo volume da saga, Prodigy, June e Day assumem a tarefa de assassinar o novo líder político da nação. Mas será que este é o melhor caminho de levar a cabo uma revolução e dar voz ao povo da República? 

Logo após reler Legend, peguei Prodigy para ler. Meus planos eram fazer uma maratona da trilogia, mas acabou não dando muito certo. Resolvi guardar Champion para ler mais tarde, porque ainda não estou pronta para me despedir da trilogia.

No final de Legend, Day conseguiu escapar da sua execução com a ajuda do seu irmão, que se sacrificou por ele, e June. Agora ambos estão sendo procurados pela República. Day está gravemente ferido e sem ter nenhuma outra opção eles acabam recorrendo novamente aos patriotas. Como o Primeiro Eleitor está morto, os Patriotas querem que Day e June assassinem o novo Primeiro Eleitor, só assim eles irão dar o tratamento médico que Day precisa.

Para que o plano do assassinato funcione, Day e June são separados. June se deixa capturar pela República, para que assim consiga convencer o Primeiro Eleitor da sua lealdade. Ao fazer isso ela começa a descobrir que ele não é tão ruim quanto o seu pai e que realmente quer mudar o jeito como a República funciona. Enquanto permanece com os patriotas, Day tenta descobrir informações do paradeiro do seu irmão mais novo, que foi levado pelo exército pois possuía a praga. Day e June devem decidir se confiam mesmo em tudo o que os patriotas dizem, ou se novamente estão sendo manipulados pelas pessoas que só querem estar no poder.

Após a tal “execução” de Day, ele se torna uma espécie de herói da resistência para a população. Pessoas começam a usar uma faixa vermelha no cabelo, pregar cartazes com o seu nome, os Patriotas sabem da influência dele com a população e querem usá-lo, e a República também.

Legend já foi incrível, Prodigy conseguiu ser melhor ainda. Nesse volume algumas questões foram esclarecidas, como afinal quem eram os Patriotas: para quem eles trabalhavam e o porquê. Também houve maior desenvolvimento dos personagens, Kaede e Tess, por exemplo, tiveram muito mais espaço. Fiquei extremamente feliz, porque gosto bastante das duas.

O final foi surpreendente, digno de derrubar vários forninhos. Não faço a mínima ideia de como a autora vai terminar a trilogia. Espero, de coração, que ela não siga alguns exemplos do gênero cof cof Convergente.

Livro: Prodigy                     
Autor(a): Marie Lu
Editora: Rocco
Número de Páginas: 304
Classificação: 

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