Filme: Cidades de Papel


Quinta-feira, dia 09/07, fui a estreia de Cidades de Papel. Fui com altas expectativas, pois li muitos comentários de pessoas que assistiram antes e que tinham amado o filme, e posso dizer que não fui nem um pouco decepcionada. 

Cidades de Papel conta a história de Quentin, um rapaz certinho que acredita que ter Margo Roth Spiegelman como sua vizinha foi o seu milagre. Eles eram amigos quando crianças, mas pararam de se falar a alguns anos atrás, até que em uma noite, Margo invade o seu quarto e diz que precisa da ajuda dele para completar uma série de missões.
No dia seguinte, Margo desaparece. Como ela sempre costumava desaparecer sem dar notícias, as pessoas estão acostumadas. Margo era uma espécie de mito na escola deles. Mas Quentin acredita que ela deixou pistas para ele e que ele deve tentar desvendá-las para conseguir encontrá-la. Para isso ele conta com a ajuda dos seus melhores amigos, Ben e Radar, e da melhor amiga de Margo, Lacey. 


O livro Cidades de Papel foi um dos livros do John Green que eu menos gostei, mas mesmo quando o estava lendo (naquela época não havia nada confirmado sobre uma possível adaptação) pensava: isso seria um ótimo filme. E foi mesmo. O filme conseguiu focar mais nos pontos mais fortes do livro, como todo o mistério que envolvia a Margo, a importância da amizade e de você descobrir quem você é. Tudo isso além bem pontuado com boas doses de humor, o que foi uma das minhas coisas preferidas em relação ao filme. A trilha sonora é uma atração à parte. Já estou ouvindo sem parar desde que voltei do cinema.

Fiquei surpresa com a atuação da Cara Delevingne, achei que ela conseguiu se encaixar perfeitamente no papel da Margo. Já assisti vários filmes com o Nat Wolff, então sabia que ele seria um ótimo Q.

Se você leu Cidades de Papel ficará bem satisfeito com o filme e mesmo que você não tenha lido, irá gostar bastante também.

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