RESENHA: Feito na América

ANTES DE MAIS NADA, GOSTARIA DE RESSALTAR QUE ESTE POST PODE CONTER SPOILERS!


Minha mãe ganhou par de ingressos do Cinemark e fomos ao cinema esse final de semana! À princípio, íamos assistir o filme nacional "Como Nossos Pais" mas escolhemos "Feito na América" por motivos: Tom Cruise. Que a cada ano que passa fica mais bonito. Palavras da minha mãe. 
A gente estava na fila do cinema quando trocamos nossa opção de filme, e eu mal cheguei a ver o trailer, só li duas críticas enquanto almoçava pra dar o tempo da nossa sessão. Bom, mas vamos ao filme, sim? 
O filme "Feito na América", baseado em fatos reais, retrata histórias de como os Estados Unidos se envolveu com o tráfico de drogas, principalmente com o Cartal de Medellín e essas histórias são contadas por Barry Seal  - protagonizado pelo maravilhoso Tom Cruise - que é um piloto comercial da companhia TWA e que, inicialmente, fazia tráfico de charutos e é pego por um agente da CIA após uma de suas entregas e esse mesmo agente oferece uma oportunidade única para Barry de servir ao país dele. Durante uma de suas paradas para abastecimento de seu jatinho (cedido pelo governo americano), Barry é parado por um grupo de traficantes colombianos que descobriram a missão do piloto e oferecem um segundo emprego e, é claro, sendo mal pago pela CIA/Governo e com a esposa grávida, ele não pensou duas vezes em aceitar a proposta de um dos colegas de Pablo Escobar. Se tornando, então, um agente duplo. Obviamente, nenhum dos dois lados sabiam da posição de Barry, até por quê, ele era o gringo que resolvia tudo. Uma frase muito citada durante o filme. 
Agora no que se refere aos detalhes dos filmes, gostaria de deixar claro que curti a interpretação de todos os atores, inclusive de Tom Cruise, não por ser fã, mas é que realmente foi boa. A interpretação de Sarah Wright, como Lucy, esposa de Seal, foi relativamente boa durante o momento em que a casa deles é revistada pelo FBI. Em relação à fotografia do filme é o que estamos acostumados quando se refere aos cartéis de drogas da América Central. Outro ponto positivo que identifiquei no filme foi a pitada de comédia incrementada pelo diretor Doug Liman, principalmente quando Barry está coberto de cocaína e tenta comprar uma bicicleta de um menino. 
Esse post não é uma crítica ao filme e sim o meu ponto de vista e um pouco sobre o filme, claro que não contei o final do longa pra não perder o charme. Mas vale a pena assistir. 
TRAILER: 

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